Serviço referenciado na Proteção Social Especial de Alta Complexidade, executado por organizações da sociedade civil, que organiza o acolhimento, em residências de famílias acolhedoras cadastradas, de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva, em função de abandono ou cujas famílias ou responsáveis encontrem-se temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidado e proteção, até que seja viabilizado o retorno ao convívio com a família de origem ou, na sua impossibilidade, encaminhamento para adoção. Propicia o atendimento em ambiente familiar, garantindo atenção individualizada e convivência comunitária, permitindo a continuidade da socialização da criança/adolescente.

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COMPROMETIMENTO NO TRABALHO EM EQUIPE

O Instituto Pilar conta com uma equipe de trabalho composta por pessoas comprometidas com as lutas sociais, com os direitos humanos e com os métodos dialógicos de cultura de paz e práticas da justiça restaurativa.

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SEAS

O Serviço Especializado de Abordagem Social às Pessoas em Situação de Rua– modalidade SEAS I e II é um Serviço referenciado ao Centro de Referência Especializado da Assistência Social – CREAS com a finalidade de assegurar trabalho social de busca ativa e abordagem nas ruas, identificando nos territórios a incidência de trabalho infantil, violência, abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua e outras.

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Nossos Serviços e Projetos

SEAS – Santo Amaro
SEAS – Vila Mariana
SEAS – Santana
SEAS – Ipiranga
SEAS – Campo Limpo
SEAS – M´Boi Mirim
Família Acolhedora
Centro para Juventude
SASF Pilar Cidade Dutra
NPJ Pilar Vila Mariana
Núcleo de Convivência de Idosos

INSTITUTO PILAR

Trabalhamos a Justiça Restaurativa a partir de uma perspectiva comunitária, tanto nos atendimentos individuais quanto nos de grupos e coletivos buscamos sempre desenvolver praticas de comunicação e resolução de conflito, que fomentem a autonomia, diálogo, a participação dos próprios envolvidos e, por vezes, dos afetados indiretamente, bem como, outras formas de lidar com o conflito que estimulem práticas não punitivistas e o fortalecimento político das pessoas e comunidade.

E consideramos que as relações interpessoais são permeadas por violências de ordem estrutural, tais como o racismo, machismo, lgbttqfobia dentre outras formas de discriminação e opressão. Assim, entendemos que é fundamental às práticas de justiça restaurativa trabalhar essas violências e os modos como afetam a subjetividade e marcam as relações sociais.

“Desenvolver praticas de comunicação e resolução de conflito”