Desde o final do ano anterior, o Instituto Pilar tem desenvolvido ações voltadas para a contratação de pessoas negras (pretas e pardas), bem como a garantia da inclusão de gênero, contemplando homens e mulheres transgêneros, além de pessoas travestis. Nesse processo, a instituição tem conferido especial ênfase à inserção das mulheres, uma vez que estas continuam sendo alvo recorrente de exclusão estrutural e discriminação no mercado de trabalho.
No primeiro semestre, o Instituto registrou um total de 441 funcionários. Desse contingente, 64% eram mulheres, das quais 34,3% se autodeclararam negras. Entre os homens, que representavam 35,7% do quadro funcional, 20,3% se identificaram como negros. Importa destacar que, nesse período, a remuneração salarial entre homens e mulheres apresentou-se equitativa, não havendo discrepâncias de gênero nos rendimentos. Veja no quadro abaixo:

No segundo semestre, observou-se um aumento no número de colaboradores, que passou a 507 funcionários. Desse total, 68% eram mulheres, sendo 32% negras, enquanto os homens correspondiam a 32% da força de trabalho, dos quais 19% se autodeclararam negros. Tal como no semestre anterior, a política de igualdade salarial entre homens e mulheres foi mantida, assegurando equidade nos vencimentos. No entanto, o desafio que se impõe atualmente é ampliar a inserção de mulheres e homens transgêneros, de forma a consolidar práticas institucionais mais inclusivas e representativas da diversidade social.Veja no quadro abaixo:

Clique aqui para baixar as tabelas:
